Páginas

Pesquisar este blog

14 de maio de 2010

Pregai à tristeza

É como ter dois e não ter ninguém pra dar um
E ser um, por extinguir o sofrimento
Não sei o que me aflige
Quem é responsável pela dor no peito
Só queria um remédio pra aliviar isso tudo
Porque meu sono não é mais nada
Do que o tempo irracional que só alivia meu organismo
A mente acorda e reinicia a dor
E por mais que eu queira
Meu bode expiatório não é o amor
Se fosse ao menos seria ela a culpada
Mas a pior das injustiças
É ser injustiçado sem conhecer o réu

Viva a morte que traz vida!
Aviva meu ser a única morte
Da qual me orgulho
Ter cometido tal suicídio
Compartilho, pedindo com largo sorriso
Reinicie-se ou desligarás pra sempre!

Não é mudar pensamentos
Ou querer quantificar meu lado
É por conhecer a verdade
E ter a missão de disseminá-la
Que hoje alimento a quem
Nunca houve de comer
Algo que o satisfez não por um instante
Mas por uma vida, de dúvidas

Cada um do seu jeito
Não alcanço a todos, sou pequeno
Mas se tivesse desamparado
Já seria fato ter parado
Mas se hoje ainda tenho forças
Não é por naturalidade desinteressante
E sim algo maior, que simplifica tudo
E dá solução a dificuldade
Não por mágica, mas por ação real!

Já estive no seu lugar mas se hoje estou bem
É por dar o passo pra inverter
Nada vem de graça
Nada que realmente satisfaça
Não te obrigo a nada
Só te proponho
Algo que sua sanidade
Te obrigaria a aceitar


Escrito em 02/05/2010 às 22:42 H - Domingo

Nenhum comentário:

Postar um comentário