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6 de setembro de 2010

Inesquecível Amor

Nada mais é belo
Do que é teu, em minha vida
Já não tenho saudades
Pois te vejo a cada esquina
Não tenho mais rima
Meu compor atrofiado
Meu coração, culpa-te
Totalmente dilacerado
Quisera eu mandar
Em quem expede mandado
A todo corpo sofrer,
Obedecer e morrer
Vivendo desfalecido
E contundido de amor
Provocando cheiros, perfumes
A um olfato novato
Induzindo cobiça
Ao desconhecido amor
Quisera ter escrito
As mais belas canções
Que te lembram
A minha mente
Quisera eu pra ti viver
Intensamente
Sem tempo pra não tê-lo
E perder o belo da vida que é amar
Me inspirar da música
Me fazer amar pela melodia
Me originar da sabedoria
Pra ser cego de amar
Ter o prazer de deixar de lado
Todo meu conhecimento
Te valorizar a ponto
De tudo meu deixar
Ter a chance de amar
E errar sem me queixar
Nunca arrepender
Pela história a ter, contar
Instigar a outros
Histórias ainda mais belas
De amores sinceros, longíquos
E verdadeiros
Já se faz madrugada
Mas não sinto frio
Vontade de sair a andar
Te buscar, te achar
Só você importa, só você que suporta
Meu jeito incerto
Te amo, te amo, te amo
Te canto, te espero
Não sei o futuro e se sou eu o cara
E de nada me importa o quão bom ele seja
Só sei que nunca teve tal sentimento
E com palavras, despiu-se de tal jeito
Posso não ser o de toda vida
Mas serei lembrado por ti, por toda ela
Não fui, não sou e nem serei invencível
Mas aposto que não serei inesquecível

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