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2 de fevereiro de 2011

De verão...

Será que ela sabe que me chama pelo nome, pelo simples jeito de agir?
Será que pensa que algo aqui surge que me faz o amor perseguir?
Quando dormes, acorda no meio da noite por mim procurando?
Porque certeza tenho que não pensas que a recíproca é verdadeira

Nem sequer imagina onde moro, onde vivo, onde caminho
Nem lembras que ao escrever o meu nome, dois L’s são precisos
A questão aqui é: não há necessidade que saiba, muito menos que retribua
Teu coração sempre pulsou sem me ver, porque seria diferente agora?

Rita cantou que no mundo não há lei para condenar
Se você sem saber ou sabendo, deixou de me amar

A liberdade está do seu lado e invejo-a
Mas tudo se irá com o verão
Assim como no próximo, outro sentimento virá
Meus dias esperam surpresa
Minha vida, ser presa
Por algo momentâneo ou longínquo
Pois nunca fui fã
De viver livre, leve e solto!

Um comentário:

  1. Seus poemas me arrepiam :O. Muito bom mesmo. Thais

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