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12 de abril de 2011

O fim que a noite canta...

Não faz por mal andar rotineira
Mente que carece voltas no mesmo
Lugar de onde nunca quis
Era sair

Habitual do mesmo renovo
Que novo se fez hoje
E diferente se apresentas
Amanhã, do que ontem

Pudera pressentir
A incessável batida
Locomovendo o comovido
De paixão concedida
Do fim que a noite canta
Esgotando-se o dia

De dizer o dito, reafirmando
Gritando, deveras repetitivo
De sincero objetivo
Querendo-o longíquo

Do que cai como esquecido
Ressuscitar a cada dia
Sofrido, o que torna a vida
Alegria, ainda que da dolorida
Incerteza que hoje apossou
O sentimento que o dono não respirou

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