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14 de agosto de 2011

Como se fosse possível uma vida sem amor...

Hoje perguntei ao meu coração o que ele virou
Tão imperceptível se tornou
Não sei se mais existe o ser que amou
Vivo e corajoso, íntegro amante
Que de desânimos se deixou desanimar

Inerte a ele, o que reflete as mãos vazias
Os presentes não dados, os olhares não trocados
A indiferença mascarada de esperança
A distância do olhar de criança
Pelo doce que é o amor
E que nunca me fez mal

Como se fosse possível uma vida sem amor...

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