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17 de agosto de 2011

Escada rolante...

Não há distância que suporte
Que eu diga-te que meu norte
Baseia-se na tua posição
Que flexiona até o meu não
Que antes era imutável
E hoje de certo, virei instável

A velocidade da escada rolante não é suficiente
Se quero, de repente
O que não valorizo por facilidade
Pois não há amar na futilidade

Inútil meu correr
A mim faz transparecer
Que nem relógio uso mais
E por degrau corro atrás

E é na chegada de aceleração reversiva
Que o novo chão me motiva
A andar até a próxima rolante
Constante, mesmo que de mim distante

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